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sábado, 29 de dezembro de 2007

Como fazer: Para cuidar bem de orquídeas

As orquídeas entraram para a categoria de presentes-curinga: quem não tem idéia do que levar ao aniversário da avó, da sogra ou da chefe aposta logo neste tipo de flor. É aí que começa a dor-de-cabeça das avós, sogras e chefes, que provavelmente não sabem como cuidar das plantas.

O primeiro passo é identificar a espécie da orquídea — normalmente, esta informação vem impressa no vaso ou num folheto preso à flor. As mais comuns são a Phalaenopsis [foto acima, à esquerda] e a Cattleya [foto acima, à direita], que se adaptam bem tanto a casas como a apartamentos.

Elas devem ser cultivadas em casca de madeira (onde normalmente já vêm plantadas) ou em placas de fibra de coco, de preferência em vasos de cerâmica com muitos furos ou de plástico transparente. É necessário regá-las em abundância semanalmente e deixá-las à meia-sombra em ambientes arejados (nunca sob o sol direto). Não coloque pratinhos em baixo do vaso.

Recomenda-se ainda trocar o substrato (a madeira ou a fibra) a cada dois anos e adubá-las quinzenalmente (de início, com uma colher de sopa do composto NPK 30-10-10; três meses antes do período de floração, com o NPK 10-30-15).

Com estes cuidados, a orquídea pode permanecer florida por até três meses e voltar a colorir a casa uma vez por ano. Para ter uma enfeitando a sala o ano inteiro, é só pedir aos netos, genros/noras e funcionários que dêem uma orquídea por mês durante um ano.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

A moda das eco-sacolas

A onda do ecologicamente correto chegou às bolsas. Desde que a designer inglesa Anya Hindmarch lançou com sucesso o modelo de lona "I'm not a plastic bag" ("Eu não sou uma bolsa de plástico"), ideal para carregar pequenas compras, dezenas de outras marcas internacionais passaram a vender sacolas deste tipo. O objetivo é substituir os sacos plásticos, que levam cerca de 500 anos para se decompor.

A cada mês, os supermercados brasileiros distribuem mais de um bilhão de sacolas feitas de polietileno (um produto do petróleo), o equivalente a 66 por pessoa. Além de degradarem a natureza, é impossível negar que são muito feias. Por que, então, não aderir às bolsas de pano?

Ainda é difícil encontrar em lojas do país modelos parecidos com o criado por Anya. Uma exceção é a eco-sacola assinada pela estilista Isabela Capeto [foto à direita], a venda nos supermercados Extra (inclusive online) e Pão de Açúcar. A diferença: enquanto a bolsa inglesa custava cerca de R$ 14, esta brasileira sai por R$ 99,90. A Triton cobra o triplo por sua versão: R$ 299.

Para estimular grifes nacionais a produzirem similares, a secretaria municipal do Verde de São Paulo promoveu a exposição "Eu não Sou de Plástico", reunindo 110 bolsas de compras — ou "shopping bags" — criadas por estilistas brasileiros. Marcas populares, como Marisa, e elitistas, como Reinaldo Lourenço, exibiram seus modelos. Agora é esperar que cheguem às lojas a bons preços. Até lá vale procurar em feiras de artesanato e na internet (aqui, por exemplo).

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Dentro e fora: Casa se une a vale em Portugal

Para quem gosta de estar em contato com a natureza, nada pode ser melhor do que morar em pleno vale. O professor português Júlio Machado Vaz tem o privilégio de viver numa casa encrustrada na Vieira do Minho, em Portugal. O projeto é assinado por Guilherme Machado Vaz e tira proveito da topografia local. São 350 m2: hall de entrada, estar, jantar, cozinha, quatro quartos, dois banheiros, garagem e piscina.

Grandes janelas nos cômodos estimulam a contemplação da bela paisagem. No interior da casa, há poucos móveis, seguindo o estilo minimalista da construção — com fachada em concreto aparente. Cores frias, como o azul e o cinza, dão o tom das paredes internas. O único toque de cor quente fica por conta da cortina laranja que separa dois ambientes do estar.

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