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quarta-feira, 12 de março de 2008

Senta aqui: Lobster Chair

Variação da poltrona Egg, de Arne Jacobsen, a Lobster impressiona pela estrutura em madeira no lugar do couro como forração externa. O modelo é assinado pelos dinamarqueses Lund & Paarmann. [Via]

terça-feira, 11 de março de 2008

Achado: Molduras ideais para os cantos

Um achado para dar vida aos dentes e cantos chamados de "mortos": a loja alemã Details vende molduras capazes de transformar os defeitos da planta em pontos que merecem ser apreciados. Criação da designer Yvonne Schroeder, a peça vem em duas versões — uma com ângulo para dentro e outra, para fora. [Via]

sábado, 19 de janeiro de 2008

Como fazer: Toy art para cortar e colar

Há quem diga que a toy art saiu de moda, mas muita gente continua admirando os brinquedos com design arrojado. Se você é uma delas, pode ter um exemplar sem precisar pagar preços exorbitantes. O ilustrador Josh McKible disponibilizou em seu site quatro modelos de um boneco para ser reproduzido em papel. Basta baixar, imprimir, cortar e colar.

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sábado, 29 de dezembro de 2007

Senta aqui: Poltrona Mole

É o abraço transformado em poltrona, sentencia o designer brasileiro Sergio Rodrigues ao referir-se a sua mais famosa criação, a Mole (ou Sheriff, como é conhecida no exterior). Criado há exatos 50 anos, em 1957, o móvel surpreendeu por reverenciar a identidade nacional, numa época em que predominava a influência estrangeira na decoração das casas do país.

Instado pelo fotógrafo Otto Stupakoff a desenhar um sofá onde pudesse esparramar-se, Sergio misturou o jacarandá a almofadões de couro. Foi necessário um prêmio — o primeiro lugar no 4º Concurso Internacional do Móvel, em Cantu, na Itália, em 1961 — para despertar o interesse dos brasileiros pela poltrona.

Passados 50 anos, a Mole virou um clássico do design brasileiro. Quem quiser ser abraçado por ela não desembolsa menos de R$ 5 mil [veja onde encontrar a peça] — na Inglaterra, um par da poltrona com pufes sai por 9.950 libras, o equivalente a R$ 35,5 mil.


"... Ah, a Poltrona Mole! Quem nunca se sentou numa não sabe o que é...; perdão, na poltrona Mole não se senta, refestela-se, repimpa-se, repoltreia-se. É um regaço de jacarandá, tiras de couro e almofadas, que entrou para a história do mobiliário brasileiro na mesma época, e com a mais força expressiva, da Bossa Nova. Como também fez sucesso no exterior, com o nome de Sheriff Chair, as comparações com "Garota de Ipanema" e Brasília não puderam ser evitadas. Um dos emblemas do fastígio cultural que o Brasil viveu nos anos JK, quando vencemos duas copas do Mundo e inventamos um samba diferente, a revista "Senhor" e o Cinema Novo. A Poltrona Mole foi a resposta que tínhamos para dar à tirania de Bauhaus. Uma Garrincha de quatro pernas driblando o racionalismo teutônico."

Sergio Augusto
Jornalista, O Globo, 6 de setembro de 1997

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Achado: Caixa para esconder a fiação

A tecnologia wireless promete tirar os fios de todos os aparelhos eletrônicos. Enquanto a promessa não vira realidade, segue sendo difícil esconder a fiação da casa. Uma solução é o PowerBlock, do Studio Manzano, espécie de caixa com design arrojado que consegue disfarçar a confusão de fios em torno de um filtro de linha (mais conhecido como régua). O preço é alto: 115 euros na loja virtual Absolument Design — cerca de R$ 296.

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Como fazer: Cerejas e café em arranjos de mesa

Não tem jeito: a maioria dos brasileiros só cumpre suas tarefas em cima da hora. Se você se encaixa nesse perfil, aí vai uma dica para enfeitar a mesa de Natal de um modo diferente, rápido e descomplicado. Encha vasos ou cachepôs de vidro com cerejas ou grãos de café, deixando no centro uma vela ou planta. Em alguns segundos, seu arranjo estará pronto.

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domingo, 23 de dezembro de 2007

Dentro: Arco-íris na estante

Quem guarda muitos livros e revistas sabe: é difícil manter a coleção organizada. Mesmo aqueles que recorrem a móveis criados especificamente para este fim, como as estantes, têm problemas para unir praticidade e beleza. Uma opção pouco explorada e que garante ótimo efeito visual é separar os volumes por cor, formando um verdadeiro arco-íris literário.

A idéia partiu do artista Chris Cobb, em 2004 [foto acima]. Para a exposição "There is nothing wrong in this whole wide world", ele reorganizou 20 mil livros da Adobe Bookshop — em São Francisco (Califórnia, EUA) — de acordo com a cor. A nova formatação foi mantida por poucos dias, o suficiente para inspirar outras pessoas. Veja exemplos nas fotos e inspire-se também!

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Como fazer: Flocos de neve em pleno verão

Quer arrumar a casa para o Natal mas se cansou dos enfeites tradicionais? Ainda dá tempo de pôr a mão na massa (ou melhor, no papel) e criar flocos de neve estilizados capazes de surpreender até o mais criativo convidado da sua ceia.

Para cada floco, só são necessários:

* 3 folhas de papel A4 pesado (tipo cartão, por exemplo): uma folha para os círculos maiores (na foto, em vermelho) e duas para os círculos menores (na foto, em dourado) — branco e prata são outra opção de cor
* Estilete
* Régua
* Cola ou fita adesiva dupla face de 19 mm
* 45 cm de fita

Agora, o passo a passo:

1) Para fazer os círculos maiores, corte o papel em sete tiras de 2,5 cm de largura por 20 cm de comprimento;
2) Para fazer os círculos menores, corte 12 tiras de 2,5 cm de largura por 15 cm de comprimento;
3) Cole (bem, para sua criação não se despedaçar na frente de todos) as pontas de cada tira para dar forma aos círculos. Se preferir, transforme as tiras em pétalas (veja o resultado na primeira foto, no centro);
4) Junte dois círculos pequenos a um grande: um dos pequenos deve ser colocado dentro de um grande e o outro, fora;
5) O círculo grande que sobrar será o centro do floco de neve. Cole em volta dele os outros círculos grandes;
6) Cole também as laterais dos círculos grandes;
7) Passe um pedaço de fita por dentro de um dos círculos e... é só pendurar o seu floco de neve.

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