Variação da poltrona Egg, de Arne Jacobsen, a Lobster impressiona pela estrutura em madeira no lugar do couro como forração externa. O modelo é assinado pelos dinamarqueses Lund & Paarmann. [Via]
Para quem não aprecia somente a beleza exterior
Variação da poltrona Egg, de Arne Jacobsen, a Lobster impressiona pela estrutura em madeira no lugar do couro como forração externa. O modelo é assinado pelos dinamarqueses Lund & Paarmann. [Via]
Um achado para dar vida aos dentes e cantos chamados de "mortos": a loja alemã Details vende molduras capazes de transformar os defeitos da planta em pontos que merecem ser apreciados. Criação da designer Yvonne Schroeder, a peça vem em duas versões — uma com ângulo para dentro e outra, para fora. [Via]
Há quem diga que a toy art saiu de moda, mas muita gente continua admirando os brinquedos com design arrojado. Se você é uma delas, pode ter um exemplar sem precisar pagar preços exorbitantes. O ilustrador Josh McKible disponibilizou em seu site quatro modelos de um boneco para ser reproduzido em papel. Basta baixar, imprimir, cortar e colar.
É o abraço transformado em poltrona, sentencia o designer brasileiro Sergio Rodrigues ao referir-se a sua mais famosa criação, a Mole (ou Sheriff, como é conhecida no exterior). Criado há exatos 50 anos, em 1957, o móvel surpreendeu por reverenciar a identidade nacional, numa época em que predominava a influência estrangeira na decoração das casas do país.
"... Ah, a Poltrona Mole! Quem nunca se sentou numa não sabe o que é...; perdão, na poltrona Mole não se senta, refestela-se, repimpa-se, repoltreia-se. É um regaço de jacarandá, tiras de couro e almofadas, que entrou para a história do mobiliário brasileiro na mesma época, e com a mais força expressiva, da Bossa Nova. Como também fez sucesso no exterior, com o nome de Sheriff Chair, as comparações com "Garota de Ipanema" e Brasília não puderam ser evitadas. Um dos emblemas do fastígio cultural que o Brasil viveu nos anos JK, quando vencemos duas copas do Mundo e inventamos um samba diferente, a revista "Senhor" e o Cinema Novo. A Poltrona Mole foi a resposta que tínhamos para dar à tirania de Bauhaus. Uma Garrincha de quatro pernas driblando o racionalismo teutônico."
Sergio Augusto
Jornalista, O Globo, 6 de setembro de 1997
A tecnologia wireless promete tirar os fios de todos os aparelhos eletrônicos. Enquanto a promessa não vira realidade, segue sendo difícil esconder a fiação da casa. Uma solução é o PowerBlock, do Studio Manzano, espécie de caixa com design arrojado que consegue disfarçar a confusão de fios em torno de um filtro de linha (mais conhecido como régua). O preço é alto: 115 euros na loja virtual Absolument Design — cerca de R$ 296.
Não tem jeito: a maioria dos brasileiros só cumpre suas tarefas em cima da hora. Se você se encaixa nesse perfil, aí vai uma dica para enfeitar a mesa de Natal de um modo diferente, rápido e descomplicado. Encha vasos ou cachepôs de vidro com cerejas ou grãos de café, deixando no centro uma vela ou planta. Em alguns segundos, seu arranjo estará pronto.
Quem guarda muitos livros e revistas sabe: é difícil manter a coleção organizada. Mesmo aqueles que recorrem a móveis criados especificamente para este fim, como as estantes, têm problemas para unir praticidade e beleza. Uma opção pouco explorada e que garante ótimo efeito visual é separar os volumes por cor, formando um verdadeiro arco-íris literário.
A idéia partiu do artista Chris Cobb, em 2004 [foto acima]. Para a exposição "There is nothing wrong in this whole wide world", ele reorganizou 20 mil livros da Adobe Bookshop — em São Francisco (Califórnia, EUA) — de acordo com a cor. A nova formatação foi mantida por poucos dias, o suficiente para inspirar outras pessoas. Veja exemplos nas fotos e inspire-se também!
Via
Quer arrumar a casa para o Natal mas se cansou dos enfeites tradicionais? Ainda dá tempo de pôr a mão na massa (ou melhor, no papel) e criar flocos de neve estilizados capazes de surpreender até o mais criativo convidado da sua ceia.
Agora, o passo a passo: